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Convulsão febril

Vamos falar um pouco sobre convulsão febril.

Costumamos falar no consultório que apesar de serem benignas, é uma cena que assusta muito aos pais. Mas, o mais importante, se isso acontecer é mantermos a calma, pois os cuidados iniciais deverão ser realizados por quem estiver com a criança! Esperamos ajudar vocês.

A convulsão febril na criança é uma das preocupações das mães e responsáveis. Porém, ela por si só é benigna, ocorrendo em torno de 4% da população infantil, e é mais freqüente entre 6 meses e 5 anos de idade, podendo manifestar-se até aproximadamente os seis anos, em ambos os sexos, sendo que tendências familiares não são significativas.

Ela decorre do desarranjo transitório no sistema de transmissão elétrico-químico do cérebro, que naquele determinado momento não se “harmonizou” adequadamente. O cérebro tem um “termômetro central” que controla o registro da temperatura corpórea, a partir do qual dirigem-se “comandos” para aquecer ou resfriar automaticamente, para mantê-la constante em torno de 36 a 37 graus. Quando ocorre a “subida” rápida nesse registro, os comandos do controle central podem “atrapalhar-se” momentaneamente, resultando em convulsão.

As manifestações vão desde crises tônicas (com rigidez na musculatura) até crises clônicas (com abalos), ou ambas ao mesmo tempo, acompanhadas de perda ou rebaixamento de consciência e cianose (fica “roxinho” ou com lábios e ponta de dedos azulados), devido à falta parcial de oxigenação. Normalmente, é muito rápida (menos de cinco minutos), e quando cessa a crise, a criança fica mais pálida, com respiração ruidosa e mais superficial, acompanhando estado de sono, e chegando a dormir durante minutos a horas.

Perguntas mais freqüentes: “Não é perigoso qualquer febrezinha dar convulsão?” e “Pode dar mais de uma vez?”. Não temos como adivinhar quando vai ocorrer, e pode reincidir eventualmente na mesma criança, até em torno dos seis anos de idade. Como a crise convulsiva é manifestação do sistema nervoso central, o mais importante é a criança ser examinada no hospital, para detectar a causa, sendo as mais freqüentes infecções respiratórias, urinárias e intestinais. É freqüente também a necessidade de se colher alguns exames, inclusive o líquor (líqüido da espinha), para descartar a meningite.

 

Se a criança apresentar os sintomas de convulsão febril proceda da seguinte forma:

Dispa a criança deixando apenas a fralda ou com menos roupa possível. Proteja a cabeça com uma almofada mole certificando-se que entra ar renovado no quarto;

Afaste possíveis objetos com os quais a criança se possa ferir;

Com uma esponja embebida em água fria passe pelo corpo, começando pela cabeça descendo pelo resto do corpo, ou coloque-a em um banho frio;

Quando a criança estiver mais fria as convulsões cessarão. Neste momento use o anti-térmico recomendado pelo médico. Não antes, pois existe o risco da criança aspirar o conteúdo para os pulmões!!

Se a temperatura voltar a subir passe novamente a esponja ou repita o banho 

 

Clínica Infantil Reibscheid

 

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